terça-feira, 21 de agosto de 2007

Vou contar uma história. Passou-se no Algarve e podia ser em qualquer concelho.
Um cidadão vai na sua por um passeio duma a rua e de repente...pimba. Bate com a cabeça num sinal de trânsito. De imediato, em pensamento, sai uma carrada de asneiras contra tudo e contra todos e principalmente contra o Presidente da Câmara, esse malandro que ganha bem e...não fiscaliza a altura dos sinais de trânsito, no meio do passeio.
Segunda ideia é dirigir-se à autarquia e reclamar.
E é aqui que começa o 2º calvário.
Conta o que aconteceu e...começa a ser bola de pingue pongue até que pensa...alto e pára o baile.
Ou me resolvem isto ou...faço aqui um escarcéu dos diabos e não tem outro remédio senão afzer mesmo esse escarcéu e acabar por dizer que quer falar com o vereador.
Aqui duas situações se colocam.
Ou o Sr. vereador é um "gajo" porreiro, está no edificio e atende mesmo o cidadão ou...se não é um "gajo" porreiro...manda dizer que não está ou...que está em reunião.
Nesta história...o Sr. vereador até estava.
Até se propôs pagar os prejuizos se os houvesse. ACABOU TUDO EM BEM.
Mas....o problema continua a existir.
Quando é que os responsáveis policos autárquicos fazem juz do seu poder de gestão; de decisão; de responsáveis e...fazem um DOCUMENTO onde o cidadão TERÁ que ser atendido com atenção; Deve ser encaminhado de imediato para a secção responsável pelo acontecimento.
Ou será que depois de tantos anos, ainda se trabalha em cima do joelho e NINGUÉM É RESPONSÁVEL.
Sei que isto dói aos politicos porque precisam de votos nas eleições mas...a nossa consciência deve estar em primeiro lugar.
Sou acérrimo defensor dos DIREITOS DOS TRABALHADORES.
Sou acérrimo defensor dos DEVERES DOS TRABALHADOS.
Este caso é...mesmo verdadeiro.