Já muita gente falou sobre a ponte construída à 130 anos que liga o nascente ao poente, do rio arade. E neste caso é mesmo “caso” para dizer que depois da “casa roubada trancas à porta”. Isto é, toda a gente estava caladinha e de repente..pumba, todos querem deitar palavrura. Até existe alguém que critica alguém por não deitar palavrura. Parece que agora todos querem lançar pedras, quando estiveram caladinhos. E o problema não é de agora. Já tem muitos meses que se fala no assunto. E mais. Por exemplo os autocarros já não passavam pela ponte. E o que fizeram os políticos sobre isso ?. Pelos vistos nada. Nem horários, nem paragens foram alteradas. Até ontem. E se aconteceram alterações de paragens e horários foi porque uma cidadã levantou-nos o problema, probema que colocamos à transporta EVA e câmara de Portimão. Ontem já existem instruções novas para as paragens e alteração de horários. Pena é que fosse necessária a intervenção de uma cidadã e dum meio de comunicação social para que se verificassem alterações de acordo com a nova situação. Assim deviam ser resolvidos os problemas. Nos gabinetes. Com gente interessada. Mas não. É preciso debitar papel. Única forma de dizer que se está vivo. Será?
