quarta-feira, 19 de março de 2008

Um pais....sem cinto, médico ou paramédico

Gostei de ouvir e por isso queria ampliar a informação para que os políticos possam aprender com o que disse Ramos Horta, Presidente de Timor-Leste. Falou e disse Ramos Horta, quando saiu hospital, depois de ter sofrido uma tentativa de assassínio que se lembra com todos os detalhes de como tudo aconteceu. “Recordo-me de cada detalhe desde que dispararam sobre mim (...) do caminho para o heliporto, quando caí do assento várias vezes porque não havia cinto de segurança». E disse mais Ramos Horta (eu ouvi) que para além da viatura não ter..cintos de segurança…também não havia paramédicos na mesma ambulância. Mais disse Ramos Horta que se lembra de pedir ao motorista para ir devagar porque…as dores eram muitas. Só que, ainda segundo Ramos Horta, o motorista, SABIAMENTE, não lhe ligou nenhuma e cumpriu a sua missão que era a de o colocar o mais rapidamente no HOSPITAL. E foi essa decisão do motorista que o transportou ao hospital que lhe salvou a vida. Esta é a história contada pelo Presidente Ramos Horta.
Vamos agora à moral da história.
Em primeiro lugar para dizer que OS POLÍTICOS muitas vezes NÃO TÊM RAZÃO. Prova-se com as palavras sobre o motorista.
Em segundo lugar, a questão de SOCORRO. Como é possível um pais querer a INDEPENDÊNCIA e NÃO ter os mínimos assegurados para o seu POVO. O direito à SAÚDE.
Terceira questão. Os POLÍTICOS devem fazer um exame de consciência e assim constatarão que são uns INCAPAZES.
Quarta questão. Face às CIRCUNSTÂNCIAS, como o caso do Presidente Ramos Horta, a situação verificada não SERVIR para a tomada de CONSCIÊNCIA que NÃO SE PODEM criar países de qualquer maneira. Eles, os que pedem a SEPARAÇÃO e transformação em novos países, podem ter riquezas nos solos. Mas podem estar certos. É que os poderosos vão continuar a sugar essas riquezas (veja-se o caso do petróleo em Timor-Leste) mas…..uma ambulância não tem cintos. Não tem médicos nem..paramédicos.