
Imaginemos que eu, simples cidadão, embora conhecendo a lei, não a cumpro.
Imagine que você vive longe da sua família e tem a informação de que um dos familiares está doente e vai dai, mete-se no seu carro e, embora sabendo que não pode andar a mais de não sei quantos kms à hora, é apanhado pela policia de trânsito.
Imagine que tem um restaurante ou um qualquer produto exposto ao público e, por desconhecimento não cumpre a Lei.
É evidente que, por falta desse incumprimento a lei diz o que devemos “pagar” e quanto devemos pagar e não podemos “argumentar” com o desconhecimento da Lei.
Mais. Se por acaso você com “palavrinhas mansas” tentar “sensibilizar” os fiscalizadores, ainda está sujeito a ser acusado de querer “corromper”.
Dito isto. Ficamos mais uma vez a saber que a Lei não é para todos. Para mim não basta um pedido de desculpas e dizer que “vou deixar de fumar”.
Para mim bastaria um…Fugi á Lei e por isso tenho que pagar.
Mas…tal e qual como outras situações…nós portugueses somos muito “sensíveis” a quem detém o poder e nada “sensíveis” a quem…por falta de emprego, de meios económicos…mandar o “gajo” para a “prisa”.
Imagine que você vive longe da sua família e tem a informação de que um dos familiares está doente e vai dai, mete-se no seu carro e, embora sabendo que não pode andar a mais de não sei quantos kms à hora, é apanhado pela policia de trânsito.
Imagine que tem um restaurante ou um qualquer produto exposto ao público e, por desconhecimento não cumpre a Lei.
É evidente que, por falta desse incumprimento a lei diz o que devemos “pagar” e quanto devemos pagar e não podemos “argumentar” com o desconhecimento da Lei.
Mais. Se por acaso você com “palavrinhas mansas” tentar “sensibilizar” os fiscalizadores, ainda está sujeito a ser acusado de querer “corromper”.
Dito isto. Ficamos mais uma vez a saber que a Lei não é para todos. Para mim não basta um pedido de desculpas e dizer que “vou deixar de fumar”.
Para mim bastaria um…Fugi á Lei e por isso tenho que pagar.
Mas…tal e qual como outras situações…nós portugueses somos muito “sensíveis” a quem detém o poder e nada “sensíveis” a quem…por falta de emprego, de meios económicos…mandar o “gajo” para a “prisa”.
