quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Candidatos para ENCHER ou....CREDIBILIZAR ?


As eleições autárquicas estão à porta. Os partidos políticos já andam numa "roda viva" à procura de cidadãos sérios, honestos e com muita credibilidade para CREDIBILIZAR LISTAS.
Isto acontece em qualquer parte do globo. Por aqui, depois de "ameaças" de ir a eleições com listas de cidadãos, tudo corre sobre rodas.
O mesmo não acontece lá por Matosinhos onde, Narciso Miranda, ex-presidente da câmara e ex-secretário estado das pescas, em governo PS, criou um movimento para se candidatar. Talvez porque o PS já não precisa dele.
E esta questão faz-me pensar no seguinte. Muita gente anda na politica de boa fé. Muita gente gosta de ser útil à sociedade. Mas será que só através da politica se pode fazer isso?
Eu penso que não. Felizmente, por enquanto, ainda existem lugares onde podemos ser úteis.
Por isso queria lembrar a muito cidadão que neste momento está a ser "assediado" para APENAS E SÓ credibilizar listas, para pensam duas vezes ao dizer o SIM e a quem diz O SIM.
Deixo aqui duas ou 3 dicas sobre o assunto:

Em primeiro lugar qual o seu papel na lista (É para credibilizar, encher ou trabalhar ?)

Em segundo lugar quem são os possíveis eleitos (Existem sondagens que podem dar alguma luz)

Em terceiro lugar saiba se os principais candidatos têm telhados de vidro (por exemplo se são bons trabalhadores ou empresários; se descontam para a segurança social; se não têm interesses para os lugares que forem eleitos; se nunca utilizaram bens da comunidade em beneficio pessoal;

Em quarto lugar pense que ao integrar uma lista de candidatura, a sua vida vai ser passada à lupa;

Em quinto lugar, pergunte a si próprio se merece a pena;

Gostaria de dizer que estes itens não estão relacionados por ordem de prioridades. Isso pertence a si definir e claro estas "dicas" são dirigidas aos milhares de candidatos por esse pais fora.

É claro, não tenha dúvidas que existem sempre INTERESSES.
Uns com a finalidade de ser cidadão participativo.
Outros com a finalidade de interesses do sector que representa;

Eu claro, assumo-me como NÃO CANDIDATO em partidos ou coligações.

Mas lembre-se que a politica tem "coisas giras"