terça-feira, 21 de outubro de 2008

Exmº Sr. Vereador Dr. AM

Antes de mais gostaria de lhe dizer que eu não fui indelicado. Apenas pretendia questionar se seria conveniente o Sr. cumprimentar alguém que pertencia a uma instituição ACUSADA DE FAVORECIMENTO. Como sabe, foi esse o meu comportamento para com outras pessoas mas que acabei por cumprimentar. Mas fique a saber uma coisa se isso lhe interessa. Se o visse a afogar não colocava objecções. Estendia-lhe mesmo a mão sem perguntas.
Sabe Exmº Sr. Vereador. Não é fácil LER coisas como foram escritas, embora sabendo que em politica VALE TUDO.
Sabe Exmº Sr. Vereador. Não é fácil ver pessoas “totalmente abatidas” por serem acusadas de serem FAVORECIDAS.
Não é fácil quando se tem a consciência que não existe FAVORECIMENTO para bem pessoal ou de instituição, porque, a existir FAVORECIMENTO é dirigido aos 20 mil lagoenses ou para os 250 mil potenciais residentes na zona de influência.
Quanto a isto, por agora, ponto final parágrafo.
Mas deixe que lhe diga ainda publicamente. Eu tive frontalidade. E não foi preciso tomar nenhum comprimido para a AZIA como me estavam a recomendar minutos antes. Como também não considero que é preciso ter “tomates” para proceder como procedi, como também me foi dito a seguir. O que é preciso é ter a CAPACIDADE de dizer NÃOOOOO.
A mesma capacidade que deviam ter aqueles que me fazem chegar informações sobre muitos COMPORTAMENTOS, mas que por cobardia ou por interesses pessoais não lhe fazem chegar a si. E seriam importantes essas informações para tomar algumas decisões. Decisões que ACREDITO, se lhe chegassem, poderiam levá-lo a questionar-se se VALERÁ A PENA andar na política.
E olhe que aqui já não fala o “sujeito” que o quis questionar sobre se SERIA CONVENIENTE APERTAR A MÃO A ALGUÉM ACUSADO DE FAVORECIMENTO (instituição a que pertence). Fala o cidadão a quem diariamente chegam informações sobre o que se vai passando por ai., informações que vou tomando nota e procurando “suporte”.