segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Não acredito em milagres, mas....deve ser milagre

Vou começar por pedir desculpa aos católicos porque com coisas sérias não se brincam. Mas eu tenho de brincar. Só um bocadinho.
É que não consigo deixar de escrever os meus pensamentos. Pensamentos que têm a ver com o momento que se começou a viver em Portugal. São presidentes de câmara. São Governantes. São instituições. Quase me leva a acreditar em milagre (não acredito em milagres, mas…). Repare. O governo aumenta os funcionários públicos. O governo vai pagar a quem deve (como se não fosse uma obrigação). O governo nacionaliza. As Câmaras municipais baixam os impostos. As autarquias devolvem dinheiro do IRS. As autarquias fazem obras. Outras instituições…ontem limpavam o “cu” antes de fazer a “necessidade fisiológica” (levantar inquérito e multar). Hoje vão a casa do infractor.
Falamos do poder. Falemos agora das oposições. Mais umas eleições. A única forma que têm de se mostrar é “barafustar”. A maior parte delas (oposições) sentaram-se durante 3 anos à “borda do taxo” (esta borda do taxo quer dizer..pagos pelos portugueses), votaram por unanimidade ou…quase todas as decisões das autarquias e agora, nas eleições..dizem …eu sou ….impoluto.
Palavra que tudo isto mais parece que CRISTO desceu à terra…incorporou-se totalmente no CORPO deste grupo de privilegiados portugueses e correu com o DIABO.
E a procissão, ainda está no adro.