Quem assiste a Assembleias Municipais , é confrontado constantemente com argumentações do tipo “O poder não controla nada…O poder não consegue orçamentar com rigor as obras…o poder, no final de uma obra, paga mais 30, 40 ou 50 % do primeiro orçamento de uma obra. Critica e ainda bem que o faz. Só que...devia não incorrer no mesmo erro.
Eu dou um exemplo.
Em Lagoa, uma freguesia que é oposição à Câmara , tem um comportamento do tipo que referi acima.
Explicando ainda melhor…..Se consultarmos a acta da autarquia Lagoense de 23-12-2008 vamos lá constatar que uma delegação de competências para uma determinada obra estava orçamentada em 3.500 euros e custou….benzam-se… 8.697,58. Ou seja, um erro de… 148 % a mais.
Poderão dizer que os valores em causa são de pequena monta. Concordo. Só que para mim tanto vale 1 como 1.000 cêntimos.
O que está em causa é a forma como se criticam as situações. O que num poder ...é anormal…no seu poder…já é normal.
Local ? Pouco interessa. O que interessa é mesmo o desplante com que se critica uma determinada situação.
Em Lagoa, uma freguesia que é oposição à Câmara , tem um comportamento do tipo que referi acima.
Explicando ainda melhor…..Se consultarmos a acta da autarquia Lagoense de 23-12-2008 vamos lá constatar que uma delegação de competências para uma determinada obra estava orçamentada em 3.500 euros e custou….benzam-se… 8.697,58. Ou seja, um erro de… 148 % a mais.
Poderão dizer que os valores em causa são de pequena monta. Concordo. Só que para mim tanto vale 1 como 1.000 cêntimos.
O que está em causa é a forma como se criticam as situações. O que num poder ...é anormal…no seu poder…já é normal.
Local ? Pouco interessa. O que interessa é mesmo o desplante com que se critica uma determinada situação.
É caso para dizer ainda....Falas bem mas não me agradas.
